Já está disponível no Gabinete Digital (http://www.gabinetedigital.rs.gov.br/govresponde/) o vídeo com a resposta do Governador aos técnicos-científicos. Agradeço ao colega da SEAPA que teve a ideia de utilizar aquele espaço, bem como a todos que, atendendo ao pedido que lancei no blog, votaram e conquistaram o direito de obter essa manifestação do Governador.
Lamento, apenas, que uma categoria tão importante quanto a nossa tenha uma representação sindical tão incompetente e tão aquém das nossas necessidades, ao ponto de não participar dessa mobilização. Mais um episódio triste e feio patrocinado pelos responsáveis pela situação dificílima que estamos experimentando hoje.
Entretanto, apesar de todos os vexames criados no Menino Deus, a verdade é que a nossa categoria é muito maior do que onze traidores.
Entendo, pois, que não há motivo para desânimo, mas para união e trabalho conjunto. Não é hora de lamentar, mas, sim, de ser criativo e elaborar soluções diante do desafio que temos pela frente.
Provamos que, unidos como nessa mobilização via Gabinete Digital, somos capazes de construir por conta própria uma perspectiva de futuro melhor para o nosso Quadro. Por isso, já estamos providenciando o próximo passo nesse sentido. Aguardem. Obrigado a todos.
"A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio."
Martin Luther King Jr.

Movimento Renúncia Já! cresce cada vez mais enquanto se aproxima o momento da deposição da diretoria do SINTERGS
Os (as) colegas das Secretarias de Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbado e Habitação, Saneamento e Desenvolvimento Urbano, com suas destacadas lideranças, também emprestam suas importantes participações no movimento “Renúncia Já!”
Além da participação e das excelentes ideias apresentadas, os (as) aguerridos (as) colegas da Brigada Militar já estão vestindo (literalmente) a camiseta do movimento “Renúncia Já!”
Quero agradecer e prestigiar a criatividade do colega Felipe (SEAPPA) que simulou uma imagem que todos os Técnicos-Científicos gostariam de ver. Esse outdoor seria, sem sombra de dúvida, infinitamente mais útil que aqueles 20 contratados sem autorização do Conselho Deliberativo.
Vamos vestir essa camiseta!
O movimento “Renúncia Já!” teve início no dia 03/05, quando da entrega de um novo pedido de reunião do Conselho Deliberativo do SINTERGS. O primeiro pedido foi entregue em 13/04 e não foi atendido. O do dia 03/05, também não.
Nossos (as) bravos (as) colegas da SEAPPA deram sua importantíssima contribuição participando do movimento “Renúncia Já!”
Colegas da SEDAC fizeram questão de participar do “Renúncia Já!”, da mesma forma como ajudaram no abaixo-assinado pela desfiliação de FESSERGS (que não foi atendido pela diretoria do SINTERGS)
Os (as) guerreiros (as) da Polícia Civil também querem o cumprimento do Estatuto do nosso SINTERGS
Pelo que vimos da reunião de anteontem (03/08) com o Governo, dá para perceber as consequências desastrosas da sabotagem feita pela diretoria do SINTERGS em relação à GIC.
Em março, ao invés de cobrarem do Governo o pagamento da nossa gratificação, resolveram, surpreendentemente, sem consultar a categoria, apresentar uma proposta com repercussão financeira muito maior que a da GIC.
O pedido de 53,7% de reajuste, feito de forma tão inconsequente quanto aquele delírio do projeto de subsídios apresentado ao Governo Yeda, tem um custo muitíssimo superior (mais que o dobro) ao necessário para a concessão da GIC.
A vontade da diretoria do SINTERGS era, realmente, acabar com a nossa gratificação.
Vocês imaginam o porquê dessa sabotagem?
Bem, não se trata apenas de ciumeira, ou da vontade de mostrar serviço. É algo bem pior que isso.
Eles sabotaram a GIC por razões financeiras.
Como a GIC não altera os nossos salários básicos, não haveria aumento na mensalidade do SINTERGS, cujo valor equivale a 1,2% do básico da Classe A.
Entretanto, se eles conseguissem trocar nossa GIC por um aumento nos básicos haveria, automaticamente, aumento nas mensalidades.
Para que vocês tenham ideia do que isso representa, apenas 10% de aumento nos básicos já significaria mais 210 mil reais por ano para eles gastarem inutilmente, como já estão fazendo com os 2,1 milhões que são torrados sem qualquer finalidade ou benefício para nossa categoria.
Arrecadar cada vez mais para alimentar a fornalha da gastança injustificável parece ser a única finalidade desse grande “negócio sindical”.
É por isso, inclusive, que a diretoria do SINTERGS está tentando abocanhar mais 60% de imposto sindical (contra a vontade de seus associados) por intermédio do processo judicial de nº001/1.09.0350544-8, que tramita na 7ª Vara da Fazenda Pública.
Por outro lado, o Governo Tarso assumiu o compromisso de pagar nossa gratificação, e os diretores do SINTERGS foram dizer, em março, que não queriam mais a GIC, e, sim, os 53,7% de reajuste.
Jogaram fora um cheque que havíamos obtido em 21/12/2010. Vejamos o que disse a Secretária Stela Farias naquele dia, no plenário da Assembleia Legislativa:
“Sr. Presidente, Srs. Deputados, Senhoras Deputadas, estou subindo a essa tribuna aqui, em nome da bancada do Partido dos Trabalhadores, para fazer um pronunciamento que tranquiliza, pelo menos nos parece, e me foi solicitado pelo SINTERGS que eu subisse aqui para fazer um pronunciamento em nome da bancada, a futura bancada governista do novo Governo que assumirá em 1º de janeiro, junto ao SINTERGS com relação à Emenda do 274 que beneficia o pagamento da GIC, pela qual, enfim, tivemos todo aquele processo ainda no Governo Yeda Crusius. O que que o Governo, o novo Governo, ao se utilizar dos Deputados, no caso eu, futura Secretária da Administração, os demais Deputados aqui da base, recomendam? Diz e tem o compromisso de viabilizar o pagamento da GIC, portanto é um Governo que está comprometido com esse pagamento, diz: não entraremos na Justiça, reconhecemos este pagamento e vamos viabilizá-lo, mas compreende de que a aprovação desta Emenda, o Governo compreende que a aprovação desta Emenda não há nem porque existir, uma vez que já temos lá o veto derrubado, portanto isso já foi matéria de votação nesta Casa, e firma aqui o compromisso com estes servidores, compromisso, aliás, que ao longo dos últimos quatro anos também não foram reconhecidos, mas o Governo que assume em 1º de janeiro, firma aqui o compromisso com esses trabalhadores de viabilizar este pagamento, e até o dia 15 de janeiro, eu já na condição de Secretária de Estado, estarei recebendo os trabalhadores, através dos seus sindicatos, junto com demais Secretarias, para, então, buscarmos, apropriados dos números, apropriados do cofre que deve estar recheado de dinheiro, apropriados do déficit zero, que também achamos que deve estar existindo, podermos estar acertando e negociando o pagamento com o sindicato. Este é o nosso compromisso. Muito obrigada.”
Recentemente (18/07), o Secretário da Fazenda, Odir Tonollier, em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, reiterou esse compromisso de pagamento da GIC:
“Esta é uma demanda originada no Governo passado e que está pendente. De fato, o Secretário Pestana está colocando isso na mesa com a categoria para uma discussão, e apresentaremos aí, creio, um calendário, uma abertura de negociação para cumprir nessa altura já como um compromisso consolidado. A ideia é de que a gente possa chegar a um acordo com a categoria, preferencialmente estendendo aí para o ano que vem.”
Apesar desse compromisso – que o Governo Tarso ainda reconhece e mantém publicamente – como poderemos receber a GIC se os nossos (?) representantes estão fazendo todo o possível para que seu pagamento não aconteça?
A rejeição da GIC pelos diretores do SINTERGS é mais uma infração estatutária gravíssima, pois deliberamos na Assembleia Geral Extraordinária do dia 28/02/2011, que a diretoria deveria buscar o pagamento da GIC.
Basta a leitura da Ata dessa Assembleia, que teve como pauta específica “negociação salarial com o Governo”, para que se perceba mais essa infração estatutária praticada pela diretoria do SINTERGS.
Foi estabelecido naquela oportunidade que deveríamos, inclusive, “buscar trancamento de pauta exigindo o cumprimento do acordo da Deputada Stela Farias, com encaminhamento da proposta aos TCs”.
Portanto, o pedido de 53,7% apresentado ao Governo em março pela diretoria do SINTERGS desrespeitou a decisão da categoria. Foi uma atitude tão autoritária quanto irregular, e que, pelo que estamos vendo, custará muito caro para todos nós.
Agora, ao perceberem o tamanho do prejuízo que causaram à nossa categoria, elaboraram mais uma pérola sofística sob título Governo Tarso Genro Rejeita Pagar a GIC.
Eis um trecho da maravilha que foi publicada na página do SINTERGS: “O anúncio da imprensa de o governo ainda negociar a gratificação não tem qualquer possibilidade, segundo argumentos dos representantes do Executivo, a própria situação das finanças do Estado não suportaria e por considerarem uma gratificação fora da realidade. A proposta do Sindicato representa uma forma de resgatar um reajuste acima da gratificação e que tenha reflexo sobre as vantagens temporais, dentro de um cronograma que estamos negociando com a Casa Civil e Secretaria da Administração.” (grifei)
Depois dessa, alguém ainda duvida de que os gênios que compõem a atual diretoria do SINTERGS consideram e tratam os associados como imbecis?
Para substituir uma gratificação cujo pagamento está, supostamente, muito além da capacidade financeira do Estado, os gênios apresentaram um pedido de reajuste acima da gratificação. Excelente. Nada como ter onze Einsteins fazendo nossa representação sindical.
Não tenho dúvida de que os chimpanzés de Sapucaia fariam algo bem melhor que isso. É o SINTERGS no fundo do poço.
Temos que, por conta própria, buscar informações junto ao Governo para saber se essa versão dos fatos apresentada pela diretoria do SINTERGS é verdadeira. Duvido que seja. Pela entrevista recente do Secretário Odir Tonollier, há indícios de que a verdade não é essa lançada pela diretoria do SINTERGS. Já vi o suficiente para não acreditar naquilo que os ilhéus dizem.
Vamos à luta para tentar salvar a GIC, apesar da vontade da diretoria do SINTERGS de destruí-la. Ou lutamos, ou os ilhéus acabam, de vez, com os técnicos-científicos .
Vejam o valor da mensalidade no SERVIPOL para um Delegado de Polícia de 4ª Classe, cujo salário nunca é inferior a R$14.000,00. Nós, Técnicos-Científicos, ganhamos muitíssimo menos e pagamos muito mais para o SINTERGS (e eles ainda querem mais dinheiro com imposto sindical).











































