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Analistas de Projetos e de Políticas Públicas do Estado do Rio Grande do Sul

DIRETORIA DO SINTERGS SAI CORRENDO DE ASSEMBLEIA E SE ESCONDE DOS TÉCNICOS-CIENTÍFICOS


Reajuste salarial para Delegados de Polícia e Oficiais da Brigada Militar:  ASDEP e demais entidades sindicais representativas da segurança pública estão permanentemente mobilizadas para a obtenção de avanços salariais. Enquanto isso, no SINTERGS a ideia é estender a pequena gratificação que será concedida aos Técnicos-Científicos para o maior número possível de categorias. (programa Gaúcha Atualidade - 04/11/2011)






Movimento Renúncia Já!: técnicos-científicos dão show de participação e colocam a diretoria do SINTERGS para correr.


DIRETORIA EM FUGA: Vejam algumas imagens da manifestação em frente à sede do SINTERGS. A diretoria ficou escondida até que os técnicos-científicos fossem embora.


O plano de usurpar o nosso sindicato já existe há tempo: vejam  (acima) o presidente do SINTERGS em Santa Rosa-RS, em 2010, pedindo aos associados que “comecem a usar a denominação de Sindicato dos Técnicos de Nível Superior do Estado do Rio Grande do Sul, deixando a outra denominação de Sindicato dos Técnicos-Científicos devido à maior abrangência do nosso sindicato”. Um recado para o presidente do SINTERGS: não é o nome do nosso sindicato que vai mudar. É o senhor e seus mandaletes que serão depostos.

ESCÂNDALO À VISTA: o teor da ação trabalhista (informação acima) contra o SINTERGS que tramita na 28ª Vara do Trabalho de Porto Alegre (processo 0000825-38.2011.5.04.0028) é estarrecedor. Caso sejam comprovados os fatos narrados na petição inicial estaremos diante do maior escândalo da história do nosso (?) sindicato. O processo não está sob segredo de justiça, e os autos contêm documentos de pasmar. Cópias desse processo estão circulando por todas as Secretarias de Estado. Parece que o nosso sindicato virou um mar de irregularidades.
INIMIGO NA TRINCHEIRA: presidente do SINTERGS insiste em chamar nossa gratificação de "abono". Quer, inclusive, a incorporação imediata da GET porque assim haverá, automaticamente, aumento das mensalidades pagas pelos associados. Caso nossa gratificação (GET) seja paga na forma proposta pelo Governo, as mensalidades do SINTERGS -- hoje em exorbitantes e injustificáveis R$32,00 -- não serão reajustadas. Porém, se houver a incorporação da GET esse valor subirá para absurdos R$44,16. Pelo que se vê, o que o presidente e a diretoria do SINTERGS pretendem é aumentar em quase 800 mil reais o orçamento anual dos gastos desenfreados e injustificados que existem hoje em nosso (?) sindicato. Aliás, é por isso que a prestação de contas de 2011 da diretoria do SINTERGS foi rejeitada por 90% dos associados presentes na Assembleia do dia 31/03/2011 (vejam, acima, um trecho da entrevista realizada no dia 16/09, no programa Pampa News).
 

CGTB-RS EM CHEQUE: Confiando na seriedade do Vice-Presidente  e demais integrantes da CGTB-RS, um grupo de Representantes Setoriais do SINTERGS solicitou àquela Central providências visando corrigir – imediatamente –  uma irregularidade praticada pelo presidente do SINTERGS (e também presidente da CGTB-RS) relativa à filiação do SINTERGS à CGTB. A suposta “filiação” é absolutamente inválida por ter sido feita de modo flagrantemente irregular, de forma a ir muito além de uma violação estatutária (artigo 5º, inciso IX, Estatuto do SINTERGS). Trata-se de uma vergonhosa afronta, um desrespeito aos 5.000 associados do SINTERGS.  Aguardamos, para os próximos dias, uma posição oficial e pública da CGTB-RS quanto à irregularidade em questão, de exclusiva responsabilidade do presidente do SINTERGS.




I – PROPOSTA DO GOVERNO FOI APROVADA


Antes de falar sobre o vexame patrocinado pela diretoria do SINTERGS na assembleia de ontem (28/09), informo aos colegas que não estiveram no auditório da FEPAGRO que a proposta do Governo (GET) foi aprovada.
Agora, resta torcer para que aquilo que foi dito pelo Governador via gabinete digital venha a se tornar realidade, e que a GET não seja o todo da política salarial deste Governo para os técnicos-científicos.
Para tanto, precisaremos de mais do que apenas a vontade do Governo de conceder outras melhorias salariais para os técnicos-científicos.
Precisaremos contar com a ajuda governamental para que os sabotadores, os traidores de plantão, aqueles que deveriam nos defender e que só nos prejudicam, não consigam desviar para outras categorias aquilo que seria destinado à recuperação salarial dos técnicos-científicos.
Tentativas de sabotagem não faltarão e, curiosamente (vejam a que ponto chegamos), teremos que ser defendidos pelo próprio Governo.

II – PRESIDENTE DO SINTERGS DESPREZA OS TÉCNICOS-CIENTÍFICOS E NÃO COMPARECE À ASSEMBLEIA

Muitos colegas ficaram surpresos com a ausência do presidente do nosso sindicato na assembleia de ontem. Eu, não.
Essa não foi a primeira vez que ele deu as costas para a nossa categoria.
Em outubro do ano passado, na cerimônia de posse de 300 técnicos-científicos no Theatro São Pedro, um dia de muita alegria para todos nós pelo ingresso de novos colegas, ele também não esteve presente.
Portanto, embora a votação de hoje fosse de grande importância para a nossa categoria, ele não teve coragem de ficar cara a cara com os técnicos-científicos.
Nós já sabemos o que ele e seus asseclas querem fazer com o nosso sindicato e com as nossas carreiras. Nenhum deles consegue mais enganar os técnicos-científicos.

III – DIRETORIA DO SINTERGS FOGE E SE ESCONDE

Por muito pouco a diretoria do SINTERGS conseguiu escapar da deposição na assembleia de ontem.
Quando estávamos por incluir na pauta a votação para aplicar a esses infratores do Estatuto do SINTERGS a penalidade de perda do mandato (com base no artigo 51, alínea b), eles fugiram rapidamente do auditório sob gritos “fora, fora!” e “renúncia já, renúncia já!” de 2/3 dos presentes na assembleia.
Hoje, os técnicos-científicos, unidos, colocaram essa diretoria infratora para correr.
Depois disso, metade dos presentes na assembleia rumaram para o sindicato, para retomar a sede que esses infratores (que perderam seus mandatos em 1º de janeiro deste ano por conta de inúmeras infrações estatutárias) ainda ocupam, indevidamente.
Porém, em pleno horário de expediente, a sede estava trancada. Havia janelas abertas e luzes acesas no prédio, mas ninguém atendia à campainha ou o telefone.
Parte da diretoria estava escondida no supermercado localizado próximo à sede.
A GM-Meriva preta alugada pelo sindicato passou várias vezes pelas proximidades da sede, para ver se a manifestação pela renúncia da diretoria já havia terminado.
Como os colegas podem ver pelas imagens que disponibilizei no blog, fizemos uma manifestação com apitos, buzinaço, etc., enquanto eles permaneciam escondidos.

IV – TÉCNICOS-CIENTÍFICOS DÃO EXEMPLO DE CONSCIENTIZAÇÃO E LUTA

Sempre que participo de reuniões com colegas, digo que tenho muito orgulho de ser técnico-científico.
Hoje, tive mais motivos ainda para me orgulhar dos meus colegas, do meu Quadro.
Em dado momento, quando estávamos em frente à sede do sindicato, olhei para o grupo que fazia a manifestação e vi um colega aposentado de, aproximadamente, 80 anos. Ele estava sentado no banco do carona de um dos carros que fazia o buzinaço. Fez questão de apoiar nossa luta. No banco do motorista estava um outro colega, meu xará, que assumiu seu cargo no ano passado.
Vi, naquele momento, que havia técnicos-científicos de 80, de 60, 25, enfim, de todas as idades, de várias gerações, lutando contra um projeto sórdido e diabólico de usurpação do nosso sindicato.
Por isso, quero encerrar esta postagem agradecendo a todos os técnicos-científicos que hoje colocaram para correr os nossos inimigos, os lobos em pele de cordeiro que transformaram nosso sindicato num grande negócio sindical, numa entidade sanguessuga, ao estilo da matriz (bem sabemos de onde vem a cartilha da atual diretoria, em cujo primeiro capítulo está o execrável imposto sindical).
Por toda a garra e empenho demonstrados na luta de hoje, agradeço profundamente a todos os técnicos-científicos que estiveram na assembleia e na manifestação pela renúncia da diretoria e pela volta da legalidade em nosso sindicato. Tenho muito orgulho de estar nesse grupo e nessa luta com vocês.
Demos mais um passo em direção à retomada do nosso sindicato e à preservação de nossas carreiras e, por muito pouco, não colocamos um ponto final nesse pesadelo que é a atual diretoria do SINTERGS.
A propósito, lembro a todos que continua a campanha pela coleta de 500 assinaturas para depor essa diretoria infratora, e para os colegas do interior que quiserem participar, basta enviar um e-mail para o blog, no seguinte endereço: tecnicos-cientificos@hotmail.com
Por outro lado, tentando abreviar o nosso martírio, caso a diretoria do SINTERGS insista em continuar usando indevidamente a sede do nosso sindicato, pois já perderam o mandato, vamos ocupá-la, e só sairemos de lá com a renúncia deles.
Levaremos a imprensa e denunciaremos a toda sociedade quem são esses usurpadores. É preciso estampar em jornais e noticiários quem eles são e o que estão fazendo. Chegou a hora de dar publicidade aos absurdos praticados por essa diretoria, pois o anonimato protege os infratores.
Se eles acham que vão subjugar os técnicos-científicos, estão redondamente enganados. Partiremos para a faxina final em breve.
Conclamo, pois, todos os técnicos-científicos que ainda não estão filiados ao SINTERGS a fazê-lo, a fim de se unirem à nossa luta, que é de toda a nossa categoria. Vamos ampliar a participação dos técnicos-científicos no quadro social do SINTERGS rumo à retomada do nosso sindicato.
Vamos unir pelo menos 200 técnicos-científicos para a retomada da sede, e passaremos a escrever um novo capítulo na história da nossa categoria e do nosso sindicato.
Os usurpadores serão página virada. A mais feia e obscura da história do SINTERGS.




PELO FIM DE UMA DITADURA SINDICAL



INIMIGO NA TRINCHEIRA: presidente do SINTERGS insiste em chamar nossa gratificação de "abono". Quer, inclusive, a incorporação imediata da GET porque assim haverá, automaticamente, aumento das mensalidades pagas pelos associados. Caso nossa gratificação (GET) seja paga na forma proposta pelo Governo, as mensalidades do SINTERGS -- hoje em exorbitantes e injustificáveis R$32,00 -- não serão reajustadas. Porém, se houver a incorporação da GET esse valor subirá para absurdos R$44,16. Pelo que se vê, o que o presidente e a diretoria do SINTERGS pretendem é aumentar em quase 800 mil reais o orçamento anual dos gastos desenfreados e injustificados que existem hoje em nosso (?) sindicato. Aliás, é por isso que a prestação de contas de 2011 da diretoria do SINTERGS foi rejeitada por 90% dos associados presentes na Assembleia do dia 31/03/2011 (vejam, acima, um trecho da entrevista realizada no dia 16/09, no programa Pampa News).
ESCÂNDALO À VISTA: o teor da ação trabalhista (informação acima) contra o SINTERGS que tramita na 28ª Vara do Trabalho de Porto Alegre (processo 0000825-38.2011.5.04.0028) é estarrecedor. Caso sejam comprovados os fatos narrados na petição inicial estaremos diante do maior escândalo da história do nosso (?) sindicato. O processo não está sob segredo de justiça, e os autos contêm documentos de pasmar. Cópias desse processo estão circulando por todas as Secretarias de Estado. Parece que o nosso sindicato virou um mar de irregularidades, um lamaçal.
 
CGTB-RS EM CHEQUE: Confiando na seriedade do Vice-Presidente  e demais integrantes da CGTB-RS, um grupo de Representantes Setoriais do SINTERGS solicitou àquela Central providências visando corrigir – imediatamente –  uma irregularidade praticada pelo presidente do SINTERGS (e também presidente da CGTB-RS) relativa à filiação do SINTERGS à CGTB. A suposta “filiação” é absolutamente inválida por ter sido feita de modo flagrantemente irregular, de forma a ir muito além de uma violação estatutária (artigo 5º, inciso IX, Estatuto do SINTERGS). Trata-se de uma vergonhosa afronta, um desrespeito aos 5.000 associados do SINTERGS.  Aguardamos, para os próximos dias, uma posição oficial e pública da CGTB-RS quanto à irregularidade em questão, de exclusiva responsabilidade do presidente do SINTERGS.

 
I – VERGONHA HISTÓRICA

A conduta deplorável da atual diretoria do SINTERGS adotada em relação à apresentação de uma proposta salarial do Governo aos técnicos-científicos é a prova definitiva de que estamos sob o jugo de uma ditadura sindical.
O artigo 5º, V, do Estatuto do SINTERGS estabelece, como uma das finalidades do nosso sindicato, a apresentação de “reivindicações dos associados nos planos salarial, profissional, previdenciário, funcional, sindical, social e cultural”.
Portanto, embora o Governo tenha apresentado a proposta da GET nos primeiros dias de agosto, nossa categoria foi, até agora, apenas espectadora, plateia das ações unilaterias (ditatoriais) dos onze indivíduos que ainda têm o desplante de dizer que são nossos representantes.
Pela primeira vez, em 23 anos de existência do SINTERGS, uma diretoria do nosso (?) sindicato agiu de forma tão desrespeitosa e acintosa com a nossa categoria.
Não fosse por exigência do Governo, não haveria a Assembleia Geral do dia 28/09, e estaríamos, então, diante de mais uma infração estatutária praticada pela diretoria do SINTERGS por conta da impossibilidade de manifestação da categoria sobre a proposta, em assembleia.
A verdade é que esses infratores, que já perderam o mandato no dia 1º de janeiro de 2011 e, por essa razão, ocupam indevidamente a sede do SINTERGS, fogem dos associados como o diabo foge da Cruz. Qualquer aproximação com associados do SINTERGS é como alho para esses vampiros.

II – A PROPOSTA DO GOVERNO

Diante das parcas informações fornecidas pelo SINTERGS, o que conseguimos apurar junto ao Governo é que a GET é apenas parte da política salarial do Governo Tarso para os técnicos-científicos.
A intenção do Governo – em consonância com o que disse o Governador na manifestação via Gabinete Digital –  é repor perdas salariais decorrentes de inflação independentemente da concessão da GET, que diz respeito ao cumprimento do compromisso estabelecido em 21/12/2010, na Assembleia Legislativa.
Será que a diretoria do SINTERGS não sabia disso ou não queria dizer aos técnicos-científicos? Por que na página do SINTERGS não se falava mais nesse assunto antes do aprazamento – por exigência do Governo – da Assembleia do dia 28/09?
O que está evidente, colegas, é que os técnicos-científicos estão sendo sabotados pela atual diretoria do SINTERGS. Temos onze inimigos na trincheira, sendo que quatro deles são do nosso Quadro.  Quantas (e que tipo de) moedas esses quatro judas receberam para sabotar os seus próprios colegas?
Essa proposta em relação ao pagamento da GIC (GET) poderia ter sido discutida e resolvida em março deste ano, quando houve a terceira reunião do SINTERGS com o Governo (a primeira foi em janeiro e a segunda em fevereiro).
Todavia, esses traidores inconsequentes resolveram bancar os “ousados” e disseram não à GIC.
Apresentaram uma proposta “ousada” de 53% de reajuste nos básicos, em parcelas, cuja repercussão financeira chegaria, no mínimo, ao triplo daquela pertinente à GIC.
Como se vê, os infratores do Menino Deus confundiram os conceitos de ousadia e patacoada.
O resultado dessa atitude inaceitável, formada pelo binômio incompetência-inconsequência resultou na situação em que nos encontramos agora, com uma proposta inferior aos 45% da GIC.
A diretoria do SINTERGS rasgou, em março deste ano, um cheque de R$1.400,00 para todos os técnicos-científicos, assinado pelo Governo no dia 21 de dezembro de 2010, na Assembleia Legislativa.
Diante das circunstâncias, agravadas pela nossa orfandade tangente à representação sindical, sou pela aceitação imediata dessa proposta, pois com a atual diretoria à frente do SINTERGS poderemos ser sabotados de forma a não conseguir mais nada do ponto de vista salarial.
Precisamos depor imediatamente essa diretoria para buscar a realização do compromisso assumido pelo Governador Tarso via manifestação no Gabinete Digital.
Sem esses traidores que compõem a diretoria do SINTERGS poderemos, nos próximos três anos de Governo, alcançar verdadeiros avanços salariais, e não apenas viver de uma conquista do passado (GIC), feita em caráter de emergência e, agora, parcialmente realizada (GET).

III – UM DESERTO CHAMADO SINTERGS

Desde outubro de 2007 o SINTERGS é nada além de um latifúndio improdutivo, solo infértil, árido e que só produz a gastança desenfreada e injustificável de mais de dois milhões de reais por ano.
Por isso, inclusive, os associados rejeitaram as prestações de contas de 2010 e 2011 desses indivíduos.
Que tipo de justificativa se poderia dar a uma gastança de mais de dois milhões de reais para sustentar uma casa e oito funcionários, sem qualquer aquisição patrimonial?
Nem automóvel próprio o SINTERGS tem.
Além disso, se estamos prestes a receber a GET é porque alguém fora do SINTERGS, um associado, fez a GIC, numa tentativa de salvar a nossa categoria do 4% + 2% da maldita FESSERGS, que achaca todos os associados do SINTERGS anualmente com aquela picaretagem denominada “imposto sindical”.
Se o Governo assumiu em 21/12/2010 o compromisso de pagar essa mesma GIC é porque alguém fora do SINTERGS, o mesmo associado, redigiu e propôs a Emenda ao PL 274/2010 e a disponibilizou num blog.
Portanto, nada do que temos de perspectiva salarial foi produzido pelas sanguessugas do Menino Deus. Nada.
O SINTERGS é hoje um sindicato que diz representar várias categorias e que, na verdade, não representa mais ninguém.
Pelo que se vê, os únicos que têm os seus interesses (particulares) representados no SINTERGS são os integrantes da diretoria.
O discurso vazio do chefe desses indivíduos é aquele do “tudo para todos”, típico dos politiqueiros de quinta categoria.
Quem ainda perde tempo para ouvi-lo, tem que aturar a conversa fiada da “unificação da matriz salarial”, um delírio ainda pior que o “projeto dos subsídios”, e que foi construído em razão de o nosso sindicato ter sido transformado num balaio de gatos, um amontoado de categorias, uma babel criada exclusivamente para aumentar a arrecadação do SINTERGS.
Nosso sindicato foi transformado num grande “negócio sindical”, cuja finalidade precípua é arrecadar cada vez mais dinheiro.
Por essa razão o presidente quer, desesperadamente, incorporar a GET.
Caso nossa gratificação (GET) seja paga na forma proposta pelo Governo, as mensalidades do SINTERGS -- hoje em exorbitantes e injustificáveis R$32,00 -- não serão reajustadas. Porém, se houvesse a incorporação da GET esse valor subiria para absurdos R$44,16.
Pelo que se vê, o que o presidente e a diretoria do SINTERGS pretendem é aumentar em quase 800 mil reais o orçamento anual dos gastos desenfreados e injustificados que existem hoje em nosso (?) sindicato. É por essas e outras que a prestação de contas de 2011 da diretoria do SINTERGS foi rejeitada por 90% dos associados presentes na Assembleia do dia 31/03/2011.


IV –  A ATUAL DIRETORIA DO SINTERGS JÁ PERDEU O MANDATO

Não há dúvida alguma de que a atual diretoria do SINTERGS perdeu seu mandato no dia 1º de janeiro de 2011.
Aqueles indivíduos ainda ocupam (indevidamente) a sede do SINTERGS por simples inércia dos associados.
O artigo 55 do Estatuto do SINTERGS estabelece que:

ART.55 – As Assembléias Gerais Ordinárias, realizar-se-ão em março e NOVEMBRO de cada ano e serão convocadas pela Diretoria do Sintergs através de edital, publicado em jornal de circulação estadual e afixado na sede, com antecedência de 5 (cinco) dias úteis, para deliberar sobre os seguintes assuntos:
a)  prestação de contas e balanço financeiro do exercício anterior e pauta de reivindicações da categoria na Assembléia de março;
b) previsão orçamentária para o exercício seguinte e aprovação do relatório de atividades sociais e plano de trabalho do Sindicato na Assembléia de NOVEMBRO.

Por sua vez, o artigo 51 do mesmo Estatuto assim dispõe:

“ART.51 – Os membros da Diretoria, Conselho Fiscal, Conselho Deliberativo, membros dos Núcleos Regionais e Setoriais e Representantes Municipais, PERDERÃO O SEU MANDATO nos seguintes casos:
a)    dilapidação de má fé do patrimônio material e financeiro do Sindicato;
b)   DESRESPEITO E VIOLAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL;
c)    ausência injustificada em três reuniões consecutivas de sua instância;
d)   aceitação ou solicitação de transferência que importe no afastamento do exercício do cargo.”

Essa infração estatutária referente à Assembleia de novembro de 2010, por si só, já consagra a perda do mandato da atual diretoria do SINTERGS, pois, no primeiro minuto do dia 1º de janeiro de 2011 restou consolidada a realização de uma única Assembleia Geral Ordinária em 2010, ou seja, um vício insanável.
Todavia, essa é apenas uma das tantas violações estatutárias praticadas pela atual diretoria.
O desempenho da atual diretoria no que tange à prática de infrações estatutárias é recorde. Assumiram o mandato em outubro de 2010 e, em menos de um ano, praticamente rasgaram o Estatuto.
A contratação de diversas despesas extraordinárias sem autorização do Conselho Deliberativo (20 outdoors, mais um escritório de advocacia, por exemplo) também constituem violações estatutárias, como se vê pelo disposto no artigo 45, alínea d do Estatuto:

 ART.45 – Ao Conselho Deliberativo compete:
......................................................................................;

d)  aprovar as despesas extraordinárias, não previstas no orçamento aprovado;


Aqui, um “encontro” de infrações.
A sonegação da Assembleia Ordinária de novembro de 2010 impediu (vejam o descalabro administrativo produzido) que o nosso sindicato tivesse orçamento estabelecido para 2011.
A atual diretoria do SINTERGS está fazendo o que bem entende com a receita financeira do sindicato, pois, pela primeira vez em 23 anos de existência, o SINTERGS trabalha (desculpem o mau uso da palavra) sem orçamento.
Outra irregularidade gravíssima frente ao Estatuto, praticada pela diretoria do SINTERGS diz respeito ao amordaçamento do Conselho Deliberativo do nosso sindicato, que revela a postura autoritária, ditatorial dessa diretoria infratora.
Vejamos o que determina o artigo 45, alíneas a e b, do estatuto do SINTERGS:

ART.45 – Ao Conselho Deliberativo compete:
a)    reunir-se com a Diretoria do Sintergs, BIMESTRALMENTE, ou extraordinariamente, sempre que a Diretoria convocar ou quando requerido pela metade mais um de seus membros, obedecendo o mesmo quorum mínimo para poder deliberar;
b)   CUMPRIR E FAZER CUMPRIR o presente Estatuto, bem como as deliberações da categoria em todas as suas atividades;

Ao infringir o Estatuto pelo descumprimento do previsto na alínea a (as reuniões bimestrais do Conselho não são realizadas), a diretoria do sindicato impede que o Conselho Deliberativo cumpra e faça cumprir o Estatuto, como determinado na alínea b, o que tem permitido, até hoje, que os 11 tiranos da diretoria usufruam de absoluta impunidade.
Integrantes do Conselho Deliberativo já peticionaram várias vezes (publiquei as petições no blog, em postagens anteriores) ao presidente do SINTERGS solicitando a realização de reuniões, mas jamais foram atendidos por aquele cidadão.
Por todo esse corolário de infrações – sem contar outras tantas que, embora ainda não percebidas, possivelmente existam –  não há o que justifique a permanência desses 11 infratores à frente do SINTERGS por mais tempo.

V – DEPOSIÇÃO JÁ!

Na semana passada o Movimento Renúncia Já! No SINTERGS lançou uma campanha para coletar 500 assinaturas de associados ao sindicato visando à deposição da atual diretoria do SINTERGS.
De acordo com o previsto no artigo 56, alínea e do Estatuto, com esse número de assinaturas em petição ao presidente do SINTERGS, solicitando a realização de uma Assembleia Extraordinária para a aplicação do previsto no artigo 51, b, do Estatuto (perda do mandato), trataremos de depor esses 11 infratores.
Portanto, vamos todos mobilizar ativos e inativos, colegas do interior e da Capital, de todas as Secretarias, nessa cruzada contra o descalabro estatutário e administrativo que impera no SINTERGS por conta das infrações praticadas pela atual diretoria, que já não tem mandato desde 1º de janeiro deste ano.
A boa notícia é que, mesmo sem a divulgação prévia no blog, já conseguimos 150 assinaturas em uma semana.
Quem quiser maiores informações sobre essa mobilização pode fazer contato pelo e-mail do blog (tecnicos-cientificos@hotmail.com).
Chegou a hora de mostrar aos 11 infratores do Menino Deus que não permitiremos a destruição do nosso sindicato e de nossas carreiras.
Agora, colegas, é deposição já!



TRAIÇÃO SINDICAL





 
PELO MAL MENOR (29/08): Diante do perigo que corremos numa negociação conduzida pela atual diretoria do SINTERGS, há aspectos – abaixo relacionados – que poderiam representar um “mal menor” no contexto atual, principalmente ante a evidência de que, pela primeira vez em 23 anos de existência do SINTERGS, não haverá uma Assembleia da categoria para discutir a proposta apresentada pelo Governo.
a)               a GIC (GET) foi concebida de forma a permitir avanços salariais com a menor repercussão financeira possível, bem como representar mais para os colegas que têm as menores remunerações (v.g., Classe A, sem vantagens pessoais). Portanto, temos que torcer para que a diretoria do SINTERGS não cometa o mesmo erro praticado em março deste ano com a tentativa de “trocar” a GIC (GET) por 53% de reajuste nos básicos (um delírio que custaria quase o triplo da GIC, algo absolutamente inviável). Felizmente o Governo manteve em sua proposta a intenção de pagar a nossa gratificação sem alteração de forma;
b)               seria importante manter o nome GIC (Gratificação de Incentivo Científico), pois GET (Gratificação de Estímulo Técnico) poderia se aplicar até mesmo a carreiras de nível médio, ao passo que o termo “científico” denotaria o status de quadro de carreiras de servidores graduados que o nosso possui;
c)               o pior de todos os erros seria pedir ao Governo a incorporação da GIC (GET). Um eventual pedido de incorporação (se atendido) significaria um verdadeiro desastre. O ganho imediato (até 2014) não compensaria a perda desse instrumento que permitirá a nossa recuperação salarial. A GIC é uma ferramenta importante que – se não for destruída pela atual diretoria do SINTERGS – facilitará a aproximação dos nossos salários, nos próximos anos, aos padrões das demais carreiras de nível superior do Executivo.
Em suma, vamos torcer para que a atual diretoria do SINTERGS não cometa outra sabotagem às nossas carreiras, pois se a GIC (GET) sobreviver à falta de conhecimento e de criatividade dos onze ilhéus, será mais fácil buscar melhorias salariais valendo-nos desse instrumento valioso.

DIRETORIA DO SINTERGS NÃO DIZ A VERDADE: A afirmação de que “na letra A da categoria a gratificação chegará a 38% e na letra D 34%”, que consta na página do sindicato, é uma tremenda falácia.
O valor do básico da Classe “D” é R$3.080,36. 
Portanto, os 30% da GET representarão, lá em 2014, R$924,10.
Assim, para um colega que não possui vantagens pessoais e está na Classe A (básico de R$2.720,37), esses R$924,10 vão representar 33,96%.
Além disso, a malícia da diretoria fica evidente ao dizerem que na Classe D a GIC anoréxica (a pedido deles, GET)  representará 34%.
Ora, não há técnico-científico que chegue à Classe D sem vantagens pessoais. Via de regra, chegamos à Classe D (os que conseguem alcançá-la antes da aposentadoria) na última década de nossas carreiras. 
Desse modo, para um colega que está na Classe D e tem uma remuneração de R$5.000,00 (por exemplo), a GET representará apenas 18,48% de incremento salarial.
Para os colegas aposentados, que tenham alguma gratificação incorporada (FG, por exemplo) e cheguem a R$7.500,00 em proventos, a GET significará 12,32% nesses 4 longos anos.
E olhem que a GIC foi concebida para minorar o empobrecimento do período 2007-2010 (Governo Yeda).
Ficou 1/3 menor e ainda por cima será integralizada somente em 2014.
Querem que a gente vá para a Assembleia na votação do projeto?
Claro que vamos. Mas não com a camiseta amarelo-CGTB. Vamos com a camiseta do Renúncia Já!


TABELA DO DELÍRIO: Dizem que rir é um santo remédio. Para quem está vivendo nesse clima de filme de terror, patrocinado pela diretoria do SINTERGS, e quiser dar boas gargalhadas, basta olhar a tal “Tabela Projeto Salarial”.  Aquilo é tão factível quanto foi o tal “Projeto de Subsídios” defendido pelo presidente do SINTERGS no Governo Yeda, e que se tornou uma grande chacota na época.
A diferença está na repercussão financeira, agora ainda maior, certamente.
A propósito, não sei se vocês já perceberam, mas para a atual diretoria do  SINTERGS, qualquer projeto que trate dos técnicos-científicos tem que trazer a reboque mais meia dúzia de quadros de servidores. Perdemos o direito de ter projeto próprio, nosso.
É o SINTERGS (e nós) no fundo do poço.


O GOVERNO OFERECE A GIC PARA OS TÉCNICOS-CIENTÍFICOS: de acordo com o que foi publicado pelos ilhéus hoje, o Governo ofereceu a GIC em parcelas, sendo 30% no total ao invés dos 45% originais. É preciso fazer pressão e recuperar os 45%. Caso contrário, nosso prejuízo será grande.
É bem provável que os ilhéus tenham diminuído o espaço salarial para os técnicos-científicos para negociar reajustes melhores para outras categorias (leiam a postagem abaixo), pois essa proposta não condiz com a fala do Governador do dia 17/08, via Gabinete Digital. Fomos sabotados novamente pelos ilhéus.
Aliás, gostei da ciumeira. Imploraram ao Governo para que não fosse usado o nome GIC. Agora é GET. Seja como for, é preciso lutar pelo percentual de 45%. De qualquer forma, valeu a pressão DOS TÉCNICOS-CIENTÍFICOS via Gabinete Digital. Vem aí a GIC (GET)  para os nossos contracheques.

O cartão vermelho é o símbolo do Movimento Renúncia Já!, e representa nossa indignação decorrente das inúmeras irregularidades praticadas pela diretoria do SINTERGS

Sorridente, o presidente do SINTERGS curtia um seminário em Brasília no dia 10/08, data em que o Governo Tarso apresentava, em Porto Alegre, proposta salarial para os técnicos-científicos. Quem pagou as passagens e demais despesas desse indivíduo?

 Como pode alguém presidir a CGTB-RS sem que a sua entidade sindical esteja filiada a essa central? O SINTERGS não está filiado à CGTB, mas o presidente desse sindicato – que um dia já foi dos técnicos-científicos e hoje é indevidamente ocupado por onze ex-diretores –  preside a regional da CGTB.



  
Desde o dia 17/08 consta na página do Gabinete Digital do Governador Tarso Genro o seguinte compromisso: vamos repor a inflação e dar aumentos reais a cada ano aos técnicos-científicos.
Há, também, a afirmação de que o Comitê de Diálogo Permanente (CODIPE), vinculado à Secretaria Estadual de Administração e Recursos Humanos (SARH), já apresentou proposta salarial para os técnicos- científicos.
Entretanto, a diretoria do SINTERGS tem ocultado de nós os termos dessa proposta apresentada pelo Governo, e os motivos dessa ocultação são os piores possíveis.
Depois de destruir a GIC em março deste ano mediante a apresentação ao Governo de reivindicações absurdas, irrealizáveis, o que a diretoria do SINTERGS pretende agora é estender a proposta feita pelo Governo aos técnicos-científicos a todas as categorias representadas pelo sindicato.
Como a atual diretoria é incapaz de produzir projetos salariais, quer pegar carona na proposta elaborada pelo Governo para a nossa categoria e fazer média com as demais que também são (mal) representadas pelo SINTERGS.
Quando os outros quadros foram contemplados no Governo Yeda com planos de carreira, com incorporação de gratificações e reajustes salariais específicos, o chefe dos indivíduos que ainda ocupam a sede do SINTERGS entregou nosso destino ao morredouro de carreiras (FESSERGS) para que ficássemos com o “reajuste linear” de 6%.
Todavia, agora que o Governo Tarso apresenta uma proposta elaborada para a nossa categoria, visando minorar a penúria dos técnicos-científicos, os amigos da onça do SINTERGS escondem de nós os termos dessa proposição e tentam – sorrateiramente – estendê-la a outros quadros de servidores.
Precisamos descobrir junto ao Governo quais são os termos dessa proposta salarial.  Não adianta buscá-la via SINTERGS, pois os onze inconfiáveis podem nos enganar mais uma vez e até mesmo subestimar os índices apresentados pelo Governo.
Não duvido de que já tenha sido feita uma contraproposta do sindicato ao Governo com índices menores, visando estender esse reajuste para mais categorias. Exemplo: o Governo ter oferecido 35% aos técnicos-científicos e os ilhéus concordarem com 25%, desde que esse índice menor seja extensivo a todos os associados do sindicato. Podemos estar financiando, com nossa própria miséria, reajustes salariais de outras categorias.
Além disso, observem o flagrante desrespeito daqueles onze indivíduos com o nosso quadro.
Num momento importante, em que conseguimos destaque por intermédio do Gabinete Digital do Governador (por conta própria, sem qualquer ajuda do SINTERGS), colocaram em primeiro plano na página do sindicato questões que envolvem a saúde municipal.
Estão tentando buscar apoio noutras categorias visando anular a revolta dos técnicos-científicos em relação ao descalabro que se instalou no SINTERGS. Estão desesperados, tentando ressuscitar o mandato que perderam no dia 1º de janeiro deste ano, em razão das violações estatutárias que praticaram.
O mesmo desrespeito se viu no dia 10/08, quando o Governo se reuniu com a diretoria do SINTERGS para definir a proposta salarial para o período da atual governança.
Ao invés de participar dessa reunião, o presidente do SINTERGS preferiu viajar para Brasília para participar de um seminário juntamente com outros integrantes da CGTB (foto acima da postagem).
O turismo sindical é mais importante que uma política salarial para a nossa categoria. Somos imprescindíveis apenas como financiadores da gastança desenfreada de recursos financeiros do nosso sindicato.
Resta saber se essa viagem foi paga com dinheiro do SINTERGS. Será que o nosso dinheiro anda custeando os passeios do presidente a serviço da CGTB?
Vejam, também, os termos da postagem O Governador Tarso Genro irá se pronunciar a respeito da carreira dos Técnicos-Científicos, na página do SINTERGS:
Os Técnicos-Científicos e demais carreiras de nível superior do Poder Executivo amargam o maior achatamento salarial dos últimos anos. Políticas discriminatórias dos governos anteriores, prejudicaram a categoria em detrimento das chamadas carreiras típicas de estado (Judiciário, Ministério Público, Legislativo, Fazendários, Tribunal de Contas, Procuradores da PGE), que tiveram políticas salariais que elevaram seus salários para o limite do teto salarial do RS, enquanto que as demais carreiras acumularam 54% de perdas inflacionárias, gerando uma distância salarial entre os servidores de nível superior. A gratificação conquistada na Assembleia Legislativa, cujo o atual governo entrou com uma ADIN, frustou a categoria em pelo menos ter parcialmente a recuperação inflacionária. Qual a política do Governo Tarso para reduzir o abismo salarial entre estas carreiras e quando será, definitivamente enfrentado este problema, com a valorização dos servidores de nível superior do Poder Executivo?"

De acordo com os gênios do Menino Deus, todas as carreiras de nível superior do Executivo têm as mesmas perdas inflacionárias que nós, técnicos-científicos.
Que credibilidade pode ter o sindicalista que diz uma baboseira dessa magnitude? Dizem isso por demagogia ou por desinformação?
A propósito, espero que mudem a expressão “em detrimento” pela expressão correta (em proveito), pois esse erro (deixo os demais como desconto) confirma a genialidade do ilhéu que aventurou realizar uma tarefa um pouco mais difícil que amarrar cadarço de sapato.

Em suma, o que se vê naquele texto e também nas atitudes da diretoria do SINTERGS é que o achatamento salarial que aflige nossa categoria está sendo utilizado como meio de politicagem sindical, numa conduta irresponsável cuja repercussão poderá ocorrer, novamente, a exemplo do que aconteceu no Governo Yeda, em nossos combalidos contracheques.

               O professor e o aluno dedicado
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