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Analistas de Projetos e de Políticas Públicas do Estado do Rio Grande do Sul

AGRADECIMENTO

Agradecemos profundamente a contribuição da renomada jornalista Beatriz Fagundes aos Técnicos-Científicos por ter atendido ao pedido do nosso blog e revelado à sociedade gaúcha (hoje, 22/01)  em sua coluna no jornal O Sul e em seu programa na Rádio Pampa, a questão da péssima remuneração dos médicos do Estado e, portanto, da nossa categoria.
Recomendamos a todos a leitura do artigo na edição de hoje (22/01) do jornal O Sul, ou pela internet, no endereço http://www.pampa.com.br/.
Beatriz Fagundes é destaque no jornalismo do Rio Grande do Sul não só por seu elevado talento e competência, mas também por sua seriedade e retidão.
Obrigado, Beatriz.

CONTRA O RELÓGIO



Procurador
Defensor
Agente  Fiscal
Delegado de Polícia
Major Brigada Militar
Técnico-Científico
 R$ 19.900,17
 R$ 15.977,87
 R$ 11.160,80
 R$ 6.874,34
 R$ 6.217,19
 R$ 2.245,85





 No dia 12 deste mês houve a publicação, no D.O.E., da Lei nº13.366/2010, que instituiu um novo plano de carreira para os servidores do DETRAN/RS.
De acordo com esse novo plano, a partir de 1º de março de 2010 o salário básico inicial das carreiras de nível superior daquela autarquia será de R$3.788,41 (Classe “A”), e o final será de R$4.529,44 (Classe “E”).
Em 2008 o Governo Yeda já havia contemplado os colegas do DETRAN/RS com um novo plano de carreira, por intermédio da Lei nº13.032/2008, publicada na edição do D.O.E. de 04/09/2008.
Naquela oportunidade os servidores do DETRAN/RS obtiveram – além de reajuste salarial e outras conquistas – uma ampliação da progressão funcional nas carreiras, com a criação da Classe “E”.
É bom lembrar que a criação do primeiro plano de carreira do DETRAN/RS (Lei nº10.955/97) teve como base o dos Técnicos-Científicos, que permanece inalterado há 24 anos.
Naquela época as carreiras de nível superior do DETRAN/RS percebiam os mesmos salários básicos dos Técnicos-Científicos, e até mesmo as atribuições dos Técnicos Superiores em Trânsito guardavam (com as devidas adaptações) forte semelhança com as dos Assessores Administrativos.
Entretanto, a partir do próximo dia 1º de março, o salário inicial das carreiras de nível superior do DETRAN/RS será 35% maior que o dos Técnicos-Científicos, e o final, 56% maior.
Vemos, pois, que o Governo Yeda tem concedido reajustes salariais a diversas carreiras do funcionalismo estadual, e vem promovendo a reestruturação de outras tantas, concedendo a estas ampliações na progressão funcional e majoração dos salários básicos.
Porém, esse mesmo governo deu as costas aos Técnicos-Científicos. Somos ignorados. Parece que não existimos para a atual governança, mesmo diante da flagrante e profunda inferioridade salarial da nossa categoria em relação a todas as demais carreiras de nível superior do Executivo estadual.
Por outro lado – e a bem da verdade –  precisamos fazer o mea-culpa, pois grande parte desse ostracismo vivido pela nossa categoria é fruto dos infindáveis erros praticados por nossos representantes.
Enquanto várias categorias estão alinhavando com o governo novos projetos a serem votados até o final do mês de março deste ano, o SINTERGS – apesar da exiguidade do tempo que ainda temos para obter algum reajuste salarial – resolveu fazer mais uma “turnê” pelo interior do Estado.
A título de (bom) exemplo do que deveria estar sendo feito pelo SINTERGS, destacamos a luta do SINTARGS (Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Rio Grande do Sul) pela criação de um novo quadro funcional para a categoria.
No dia 06/01 o Deputado Giovani Cherini (PDT) reuniu-se com a governadora Yeda Crusius e solicitou a retirada do PL 402/2009, apresentado pelo Executivo no final do mês de dezembro de 2009. Disse o Deputado que aquele projeto não traz as reivindicações da categoria, e entregou para a governadora uma emenda ao projeto referido, que contém as postulações dos técnicos agrícolas. A governadora Yeda, por sua vez, comprometeu-se a analisar as propostas e a enviar nova proposição ao Parlamento.
Em suma, essa corrida contra o relógio tem feito do mês de janeiro um período de muitas negociações do Governo com categorias do funcionalismo estadual, a fim de estabelecer a definição de projetos que serão votados nos próximos meses de fevereiro e março.
Portanto, se algum colega do interior do Estado encontrar em seu município os nossos representantes do SINTERGS, diga a eles, por favor, que as sedes dos Poderes Executivo e Legislativo do Estado estão localizadas em Porto Alegre.  
De preferência forneça a eles, também, os endereços e o CEP do Palácio Piratini, da Assembleia Legislativa e do CAFF, evitando, assim, que eles se percam – caso resolvam visitar nossa Capital. 
 A mesma solicitação vale para os colegas que estão em Brasília, em São Paulo, na Suíça... etc.


RUMO À EXTINÇÃO







Procurador
Defensor
Agente  Fiscal
Delegado de Polícia
Major Brigada Militar
Técnico-Científico
 R$ 19.900,17
 R$ 15.977,87
 R$ 11.160,80
 R$ 6.874,34
 R$ 6.217,19
 R$ 2.245,85




O gráfico estampado nesta postagem evidencia o acirramento da diferença salarial existente entre os Técnicos-Científicos e as demais carreiras de nível superior do Poder executivo.
Hoje, o desconto mensal de imposto de renda de um Procurador do Estado representa mais que o dobro do salário de um Técnico-Científico.
Diante disso, para que pudéssemos chegar a ganhar apenas o equivalente ao desconto do imposto de renda mensal de um Procurador do Estado, o Governo Yeda teria que conceder um reajuste salarial à nossa categoria de mais de 100%.
Porém, de acordo com o perfil ideológico da atual Governança, um tratamento justo e isonômico a todo o funcionalismo estadual é algo que deve ser evitado. A desigualdade que há em nosso sistema social deve ser reproduzida na esfera do serviço público, pois é a pobreza de muitos que gera a opulência de alguns poucos.
Pagando salários miseráveis à grande parte dos servidores estaduais é possível remunerar com salários altíssimos os poucos barões desse mesmo funcionalismo.
Nesse compasso, diz o Governo que não há recursos para reajustar os salários dos Técnicos-Científicos.   
A propósito, por muito pouco o morotó incumbido de receber em reunião (30/11) o balaio de gatos no qual está inserido o SINTERGS não disse que a disponibilidade de meios financeiros para tanto foi exaurida pela concessão de reajustes ao Secretariado de Estado (89%), à remuneração do Chefe do Executivo (143%), à instituição de subsídios aos Procuradores do Estado (85%), pelos reajustes da remuneração dos Delegados de Polícia (24,01%), dos Oficiais da Brigada Militar (19,9%), etc.
Além disso, pouco importa ao atual Governo que o Quadro dos Técnicos-Científicos esteja definhando, não só pela escassez de concursos, mas, principalmente, pela evasão de profissionais que buscam noutras carreiras uma remuneração digna.
A título de exemplo, podemos citar o caso dos nossos colegas da Secretaria da Agricultura. 
Diante do fato de que o Governo Federal remunera os Técnicos-Científicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento-MAPA com salários iniciais de R$11.000,00, vários colegas – capacitados, experientes e competentes – que realizaram concurso para provimento de cargos no MAPA já deixaram o Quadro dos Técnicos-Científicos. Outros tantos aguardam suas nomeações.
Há também uma grande dificuldade para a contratação de médicos e de outros profissionais do nosso Quadro.  Poucos se sujeitam a uma remuneração tão baixa e absolutamente incompatível com as responsabilidades de profissionais de nível superior.
E como se não bastassem todas essas agruras, os nossos representantes no SINTERGS tiveram a infeliz ideia de nos devolver ao jugo da FESSERGS, que nada mais é que um morredouro, um cemitério de categorias (basta ver a situação do Quadro Geral, que foi conduzido a uma situação de miséria praticamente irreversível).
Perdemos nossa autonomia para negociar diretamente com o Governo, e fomos submetidos à humilhação de involuir ao ponto de fazer parte de um balaio de gatos formado por categorias de nível médio que, por exemplo, não foram contempladas com o disposto no artigo 7º da Lei Estadual 10.420/95, e que têm, pois, reivindicações de outra natureza.
Aderimos, também, à burrice de fazer reuniões na Secretaria da Fazenda, as quais são absolutamente inúteis e que servem apenas para dar cartaz ao Governo – no encenado “diálogo com as categorias” –  e para que a situação dos Técnicos-Científicos seja utilizada como objeto de escárnio por nossos interlocutores.
É bom destacar que a decisão retrógrada de submissão dos Técnicos-Científicos à FESSERGS não foi objeto de deliberação em Assembleia da categoria. Trata-se de uma decisão de Diretoria, assim como foi feito em relação à CGTB.
Aliás, o artigo 55 do nosso Estatuto determina a realização de Assembleias Gerais Ordinárias nos meses de março e novembro de cada ano.  Já estamos em dezembro e até agora não há sequer notícia de que haverá uma Assembleia.
Enfim, em razão de todas essas dificuldades internas e externas que nós Técnicos-Científicos estamos experimentando, diz a nossa colega Simone, participante do blog: “estamos num mato sem cachorro.”.
Não, Simone.  A situação é ainda pior. Estamos num mato com cachorro. Porém, ao invés de nos ajudar, ele quer nos morder.

A BOLA DO JOGO

Antes de desenvolver as ideias relativas aos fatos que ensejaram esta postagem, queremos destacar a participação no blog (muito bem-vinda) de colegas integrantes de outros quadros do funcionalismo estadual, especialmente os do Quadro-Geral, que já enviaram até mesmo um “S.O.S. Quadro-Geral” (comentário anônimo de 06/11, na postagem Mãos À Obra).
A bem da verdade, não somos a categoria mais indicada para ajudar, pois também estamos numa situação inditosa.  Aliás, estamos mais próximos de formar um  “S.O.S Quadro-Geral e Técnicos-Científicos” do que do status de exemplo ou de tábua de salvação para outras categorias.
Entretanto, é importante que os colegas de outras carreiras tenham ciência de que uma categoria profissional não pode ser propriedade particular de um grupo, de uma pessoa ou de uma família, e de que maus representantes podem dilapidar todas as conquistas arduamente alcançadas ao longo de décadas, ou até mesmo levar um quadro de servidores à extinção.   
 Há representantes aos quais parece ter sido concedida a garantia da vitaliciedade, e que “surgem” apenas no último ano de cada Governo para imputar ao mandatário do momento a responsabilidade por aquilo que eles mesmos  permitiram que se consolidasse e se agravasse no transcorrer de várias governanças. 
Dito isso, vamos, então, desembrulhar o “pacote de bondades” que o Governo preparou como presente de Natal para (quase) todos nós.
Deixando de lado o aspecto técnico, o que importa destacar é que as medidas que o Governo pretende ver aprovadas pela Assembleia Legislativa guardam três objetivos: extinguir direitos dos servidores (fim da licença-prêmio, dos avanços, dos adicionais de 15 e 25%, e do sistema de promoções nos moldes hoje vigentes), fragilizar a estabilidade dos servidores pela instituição da meritocracia, e preparar o terreno para a extinção de quadros do funcionalismo, com a subsequente terceirização dos serviços públicos antes realizados pelos mesmos.
Não devemos esquecer que a regulamentação das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público-OSCIPS em 2008, foi uma medida preliminar e importante para o avanço da terceirização dos serviços públicos.
Por outro lado, o fato de o atual Governo enfrentar turbulências desde o seu início (denúncias do Vice-Governador sobre supostas irregularidades no BANRISUL, operações e inquéritos da Polícia Federal, demandas judiciais, desentendimentos e atritos dentro do próprio Governo, dezenas de substituições no Secretariado, etc.)  fez com que fosse postergada a tentativa de implantação do projeto administrativo que é marca ideológica do mesmo, e que foi implementado no âmbito federal pelo Governo Fernando Henrique Cardoso e em Minas Gerais por Aécio Neves.
Esse projeto visa estabelecer uma ampla privatização dos serviços públicos, a fim de que entidades particulares, movidas pelo lucro, passem a substituir o Estado na realização das atividades ínsitas ao poder público – embora o Governo venha tentando dourar a pílula ao dizer que tudo isso não passa de um plano de  “valorização” dos servidores.  
Em 2007, antevendo os estragos que esse Governo poderia causar, o SINTERGS promoveu o Fórum Democrático Choque de Gestão e Seus Reflexos na Qualidade do Serviço Público, do qual participou a então Secretária da Administração e dos Recursos Humanos, Maria Leonor Luz Carpes.
Naquela oportunidade (21/03/2007) a Secretária disse que o tal “choque de gestão” viria a “aprimorar o serviço público”, e que todo o processo de reestruturação pretendido pelo Governo seria levado a efeito “com muita conversa, buscando sempre o entendimento entre o funcionalismo e o governo.”.
Passados dois anos e meio desde aquela manifestação da Secretária, o SINTERGS deflagrou uma bela campanha salarial fundada na ideia de diálogo e paz.
Como resultado, que tipo de tratamento nosso sindicato recebeu do Governo?  
Ora, por realizar uma campanha civilizada, pacífica e sem confrontação, o SINTERGS foi incluído num balaio de gatos formado por aproximadamente vinte categorias de servidores e cujas reuniões com o Chefe da Casa Civil – além de serem inócuas – não passam de uma babel.
Enfim, que tipo de “entendimento entre o funcionalismo e o governo” é esse?
Além de não ter cumprido a Política Salarial Britto em relação aos Técnicos-Científicos (haja vista que ainda não foi atendido o disposto no artigo 7º da Lei Estadual 10.420/95), o Governo menospreza a importância dos Técnicos-Científicos e nem mesmo individua a análise das peculiaridades do nosso Quadro, algo indispensável nesse momento porquanto crítica a situação em que se encontra a nossa categoria.
O Governo trata os Técnicos-Científicos com absoluto descaso.
Voltando ao “pacote de bondades”, há alguns aspectos em relação à postura do Governo que merecem destaque.
 Ao tentar implodir de uma só vez as estruturas sobre as quais está alicerçado o serviço público estadual, o Governo se expõe a uma nova e definitiva derrota (o CPERS já lhe infligiu um duro golpe, que custou ao mesmo a substituição da Secretária da Educação).
O intenso desgaste sofrido pela Chefe do Executivo nos primeiros trinta meses de mandato e o fato de estarmos num ano pré-eleitoral, fragilizam a postura demolidora do Governo, e caso haja uma efetiva união das entidades sindicais representativas de todas as categorias do serviço público estadual, a sanha privatizadora do Governo será contida.
Basta, para tanto, que todas essas entidades sindicais, em conjunto, exijam a retirada desses projetos da Assembleia Legislativa e – se necessário – paralisem por completo as atividades de seus representados, principalmente o magistério e as polícias civil e militar (lembrem-se dos efeitos da marcha dos policiais militares até o Palácio Piratini no Governo Britto).
Por outro lado, é imperativo que cada servidor público tenha a exata dimensão do que pretende o Governo com esses projetos, bem como do tamanho da destruição que por eles será provocada.
Não se trata simplesmente de eliminação da licença-prêmio, do fim dos avanços e das promoções por antiguidade. É algo muito pior do que isso.
A aprovação desses projetos implicará a extinção de Quadros do funcionalismo.  Será o primeiro (e decisivo) passo para a extinção do Quadro-Geral, do Quadro dos Técnicos-Científicos, etc.
Não haverá mais o provimentos dos cargos vagos nesses Quadros, mas apenas a contratação temporária de pessoal para a execução das tarefas que hoje constituem  os nossos encargos.
Por conta desse tipo de contratação, se dará, também, o esvaziamento do movimento sindical e, paulatinamente, o perecimento das próprias entidades sindicais, haja vista que o pessoal temporário não terá uma carreira a defender.
Em suma, vivemos hoje sob a mais grave ameaça já imposta ao serviço público estadual.
Entretanto, quem decidirá sobre o nosso próprio futuro somos nós. 
Nossa capacidade de mobilização, nossa vontade de lutar pelos nossos direitos, de pelear em defesa do serviço público estadual e – principalmente – a efetiva união de todos os servidores nessa verdadeira guerra, determinará o fim dessa história.
O Governo está subestimando nossa capacidade de mobilização e nos vê como incompetentes.
Mas, a verdade é que o Governo nos deu “a bola do jogo”.






MÃOS À OBRA




Na semana passada nosso valoroso SINTERGS deflagrou uma bela campanha salarial que foi muito bem recebida pelos associados.
Ao contrário do que vinha ocorrendo desde a posse da atual Diretoria em 2007 – período este marcado por ideias e ações inexpressivas e, por vezes, deletérias – nossos representantes retomaram o caminho que pode, quiçá, nos conduzir a uma situação profissional condigna da nossa formação superior e do elevado grau de responsabilidade ínsito à condição de servidores públicos integrantes do Quadro dos Técnicos-Científicos.
Hoje, colegas, diante do escancarado descaso do Governo Yeda em relação à nossa categoria, temos apenas duas alternativas: lutar ou lutar.
Depois da aprovação do PL 254/2008, que instituiu um novo Plano de Carreira para os servidores do Tribunal de Contas do Estado, e diante da iminente aprovação do PL 215/2009, que estabelecerá remuneração em forma de subsídio para os Procuradores do Estado, resta clara a intenção do Governo de ampliar e consolidar, de vez, o abismo que separa os Técnicos-Científicos das demais carreiras de nível superior – inclusive do próprio Executivo – que são regiamente remuneradas.
Para que se tenha ideia da amplitude desse abismo – alargado pelo Governo Yeda – basta ver que um Procurador do Estado perceberá R$19.900,12 como remuneração inicial, e R$22.111,25 na Classe final.
Por outro lado, em contraste com esse augusto padrão remuneratório, vemos os escanzelados salários dos Técnicos-Científicos, que variam de R$2.245,82 a R$2.543,01.
Em suma, o Governo Yeda pretende fazer com que um Procurador do Estado tenha uma remuneração quase DEZ VEZES maior que aquela concedida a um Técnico-Científico.
Diante disso, colegas, é imperativo que cada Técnico-Científico, ativo ou inativo, e sem qualquer exceção, vista (literalmente) a camiseta da campanha do SINTERGS e participe ativamente da mesma, principalmente quando das manifestações públicas organizadas pelo sindicato, que está fazendo a sua parte.
Agora, é o momento de cada Técnico-Científico fazer a sua.
Mãos à obra!


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